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Domingo, 24 de Junho de 2007

festejar o S. João

Em Angra do Heroísmo festeja-se a noite de S. João, noite dentro, de 23 para 24 de Junho, mais a 24 do que a 23. Pula-se e dança-se, come-se e bebe-se, salta-se a fogueira e chega-se a casa de manhã, com luz do dia a permitir que os que vivem perto ou não querem ou não devem conduzir vão a pé sem prejuízo de serem importunados pelos menos simpáticos a escudo da escuridão da noite.

 

No dia seguinte, ou seja, umas horas mais tarde, no verdadeiro dia de S. João, dia desperdiçado, como todos aqueles em que nos levantamos tardíssimo por não nos termos deitado com as galinhas, retemperamos forças e cozinhamos novas energias para outra noite de festa, de concertos, comes e bebes, exageros, convívios e tantas outras actividades que nem chego a saber.

 

Esta gente não se cansa nunca?!

 


publicado por mq às 18:15

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Sábado, 9 de Junho de 2007

a primeira vez

A minha sobrinha, jovem brilhante do 12.º ano e membro finalista da "República das Letras" de Miguel Monjardino, está, segundo o título de cartão de contacto do Mensageiro, com "falta de inspiração para discursos - aflitíssima e desesperadíssima com a falta de tempo". Esta aflição prende-se com a necessidade imediata de escrever um discurso para o jantar de "fim de curso" da dita República.

 

Os colegas escolheram-na para botar palavra no jantar que se realiza hoje à noite, e ela, perfeccionista, líder e empenhada como sempre é, aceitou o mandato, mas está desinspirada. Desde ontem à noite que tenta um discurso. Hoje, encontrei-a pelas 13:00, na rua da Sé, com o portátil ao ombro à espera de inspiração enquanto escolhe o vestido adequado para tal jantar, e ainda desesperada por ter só 5 linhas escritas.

 

Tento ajudar, mas os discursos são muito pessoais e tem de se enquadrar no espírito do acontecimento. Pior ainda pelo facto de ela ter de ser a porta-voz dos restantes colegas. Já lhe enviei os textos que ela escreveu há três anos para se candidatar a esta tutoria e que estavam no meu computador, mas creio que foram de pouca ajuda.

 

Entretanto, lembrei-me que o título "a primeira vez" poderia dar um excelente discurso - é o primeiro discurso e foram muitas as actividades que eles realizaram pela primeira vez na "República das Letras". A partir daí, ela poderia discorrer sobre as experiêncaias que desenvolveram pela primeira vez  na tutoria, e que deveriam, em parte, facilitar-lhe a escrita de um discurso.

 

Mas, estamos nós habituados a discursos para além dos de carácter político da Assembleia da República ou das campanhas eleitorais? São, irremediavelmente, maus exemplos e que têm como objectivo único convencer, persuadir, ganhar adeptos. O que se pretende hoje à noite, creio, é reflectir, fazer o balanço e agradecer. Daí a importância da primeira vez, do genuíno, da descoberta, da novidade.


E, assim sendo, nunca estaremos preparados para uma primeira vez. Mas, se a vida não nos proporcionasse continuamente uma primeira vez que interesse haveria em continuar a vivê-la?

 


publicado por mq às 14:56

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Domingo, 3 de Junho de 2007

próximas viagens

Antes da grande viagem "A caminho de Lhasa", no início de Agosto, há outras viagens por realizar, por concluir e por sonhar - as avaliações, os exames, a tasca, a exposição, os ensaios, as limpezas de Verão, os concertos, as leituras, as fotos, as caminhadas, os amigos, a preparação da longa viagem ...

 

Dois meses com oito semanas de sete dias de 24 horas, que gostaria que tivessem  mais de 30. Mas, na impossibilidade de fazer crescer o tempo, usemo-lo e gozemo-lo bem.

 


publicado por mq às 12:34

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