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Sexta-feira, 29 de Setembro de 2006

(sem legenda)



     

    

   por vezes  apaga-se a memória

   não partas já

 


publicado por mq às 20:41

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Quinta-feira, 28 de Setembro de 2006

(sem título)



transparências

não se pode fingir



 

publicado por mq às 19:52

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Terça-feira, 26 de Setembro de 2006

Malta (9) Comino

 
O barco parte para a pequena ilha de Comino às 9:15 e regresso está previsto para as 17:30. O céu está limpo e a temperatura tem tendência para subir. Rumamos para norte, contornando Malta, ficamos 3 horas em Comino e regressamos pelo sul. É uma nova volta a Malta.


Comino localiza-se entre Malta e Gozo e mede 15 km por 7 Km . Praticamente não tem estradas, pois também não possui carros, nem habitantes - só cerca de 15 pessoas habitam com alguma regularidade a ilha. Os restantes são turistas que chegam de manhã e partem à tarde ou os poucos que se alojam no único hotel ali existente.

  

Comino significa cominhos e a ilha está repleta deles. O seu cheiro enche o ar, principalmente na Primavera.

 

Árvores não existem e arbustos são poucos, o que torna Comino quase um local sem sombras e insustentável de suportar no Verão, não fosse a sua fabulosa Lagoa Azul, que atrai os banhistas de forma quase mágica.




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publicado por mq às 19:16

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Sexta-feira, 22 de Setembro de 2006

do tempo

flor de outro tempo

pedra negra e fria
do teu ser





publicado por mq às 19:14

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Quinta-feira, 21 de Setembro de 2006

Malta (8) à volta da ilha



Noventa minutos são suficientes para se fazer um cruzeiro à volta de Malta. De baía em baía, entre as várias docas, incluindo as secas.

 






publicado por mq às 18:59

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Terça-feira, 19 de Setembro de 2006

Malta (7) os turistas de sempre



A ilha está repleta de turistas, grupos enormes por todo o lado. São muitos os velhotes a arrastarem os pés e as bengalas, contudo mostram-se resistentes e cheios de genica. São alemães, franceses, ingleses, italianos. Os de sempre. Não consigo identificar-lhes as idades, mas muitos terão estado na II Guerra.

  

Admiro sempre a grande capacidade dos povos do centro e norte da Europa que conseguiram evoluir para sociedades modernas e desenvolvidas sem perderem as suas tradições e hábitos. Continuaram a fazer as suas caminhadas, a poupar, a alimentarem-se frugalmente. Nós virámos todos novos-ricos.

 

Serei eu dentro de duas ou três décadas (se viver todo esse tempo) uma viajante como eles? Cabelinho curto e branco, roupa desportiva confortável e uma enorme vontade de conhecer coisas novas.

 

“ A esperança é como um fogo que dorme. Sufocam-no e julgam que está morto, mas apenas dorme.

“Acontece exactamente o mesmo com o desespero.”

in Estação das Chuvas de José Eduardo Agualusa.


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publicado por mq às 22:27

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Segunda-feira, 18 de Setembro de 2006

Malta (6) de comida e procissão



Bebo uma água e como uns calamaris pelas 11:00 em Marsaxlokk, o que me faz adiar o almoço para as 16:00. Por essa altura, sou a última a ser servida na esplanada em frente à catedral.


Peço um prato italiano e enquanto o confeccionam noto que estão para fechar em breve. Os empregados começam por recolher num grande tabuleiro os pimenteiros e os saleiros, depois seguem os “calços” em madeira que numeram as mesas, os galheteiros e as toalhas. Por fim, empilham as cadeiras e fecham os guarda-sóis - não sei o que farão às mesas e a mim. Se me pegassem ao colo e me fossem pôr no hotel agradecia imenso.

 

A esplanada parece mesmo que vai ser toda desmontada, tal como estão fazendo ao lado. Até os vasos com flores são arrastados para mais perto do edifício. Os empregados gozam com a situação e com a corda com que tem estado a puxar os vasos fingem mover a estátua que se encontra no centro da praça. Pergunto o que se passa – vai haver uma procissão.

Janto em St . Juilians numa esplanada junto ao mar. Peço um tinto maltês "La Valette” de 2003, 37,5 cl, 12% vol., para saborear os vinhos da ilha, e uma salada grega, que transborda de alface e fetta, na mesma proporção que lhe falta tomate. Conto com o vinho para expulsar o mal estar da alergia que me entope os ouvidos e alaga o nariz. Leio o rótulo da parte detrás da garrafa e apercebo-me que o vinho é produzido em Malta com uvas apanhadas em Itália. A isto há quem chame globalização.

 



publicado por mq às 18:50

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Domingo, 17 de Setembro de 2006

Malta (5) Vitoriosa

Vitoriosa é uma das três cidades (three cities) junto a Valetta. Para lá chegar apanho um dos muitos coloridos autocarros e saio perto do Museu da Marinha, que é um espaço deveras interessante e fresco, que convida a permanecermos lá durante algumas horas para nos protegermos do calor.

     

Os arredores são sossegados e limpos. No domingo à tarde os habitantes, muito provavelmente, descansam da semana de trabalho e refugiam-se do calor em casa.

Deparo comigo a tentar perceber com que é que Malta e as suas gentes se parecem, devendo simplesmente ser eles próprios e não terem de se parecer com ninguém, contudo estando esta ilha sujeita ao longo de 7 mil anos a influências várias, possui indubitavelmente marcas de quem os dominou num determinado período da sua história. Sinto que perpassa por aqui muito de italiano, inglês, árabe. A própria língua maltesa tem a cadência italiana, entendem-se muitas das palavras por serem semelhantes ao italiano e ao inglês e os fonemas assemelham-se ao árabe.



publicado por mq às 09:26

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Sexta-feira, 15 de Setembro de 2006

Malta (4) Marsaxlockk

Todos os guias de viagem são unânimes em mencionar a baía Marsaxlokk como um sítio a não perder, principalmente ao domingo de manhã, por ocorrer junto à baía uma das maiores feiras de Malta. Entre esta feira e a In Guardia, às onze horas no Forte St . Elmo - reconstituição de uma parada militar -, optei pelo natural e genuíno e fui até Marsaxlokk . Nunca saberei o que perdi mas reconheço que não foi a melhor opção, pois o mercado/feira está lá todos os dias, se bem que ao domingo seja mais participado, e a parada é um acontecimento semanal.
 
Visito sempre os mercados e feiras quando viajo. Ali posso estar verdadeiramente em contacto com a vida real das populações, ver o que eles produzem e consomem, mas aquela feira tinha calçado e vestuário em demasia. A baía, em contrapartida, é fantástica com os barcos multicolores e em locais assim eu sinto-me bem. Que importa o desfile militar?!




publicado por mq às 19:14

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Quarta-feira, 13 de Setembro de 2006

Malta (3) Valetta



O que mais chama a atenção em Valetta, capital, são as varandas, as casas quase todas iguais, as cores claras cor de areia, que se repetem umas ao lado das outras com as tintas das janelas a imitarem a cor da pedra. As excepções são o verde e o azul.
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publicado por mq às 18:38

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