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Terça-feira, 29 de Agosto de 2006

Diário da Costa Rica – Dias 8 e 9 (Rincón de la Vieja)(12)

Fazenda de Guachipelin . São 57 quartos dispostos lado a lado em 3 lotes. As portas para o grande corredor sob o alpendre e as enormes janelas são já o conhecido estilo que se vai repetindo ao longo dos diversos lodges por onde passámos. O chão em tijolo permite que entremos sem grandes preocupações com as botas carregadas de terra ou lama. Estes lodges dão quase sempre para jardins ou mesmo para a floresta, onde podemos observar os animais que por ali surgem.


  

 

Não contava com uma fazenda tão grande no que respeita ao número de quartos e aos consequentes enorme restaurante, recepção e bar, parece que já foi há muito tempo que estivemos sós em Samay , no meio da selva, afinal o paraíso na Costa Rica não é só para nós. À medida que nos deslocamos para os parques mais conhecidos, vamos ao encontro de mais turistas e de maior concentração de gente nos respectivos hotéis e parques naturais. Como fugir-lhes?

Quando entramos no portão da fazenda guardado por um vaqueiro não temos a noção da grandiosidade e variedade de propostas de actividades que nos é proporcionado. O portão está descuidado num ferro enferrujado pelo tempo. O guarda pergunta-nos quem somos, descarrega o nome da agência na lista das entradas para hoje e deixa-nos seguir.

A viagem até aqui durou mais de 3 horas, com paragem para almoço, por caminhos quase sempre em mau estado de conservação. Alguns não viram nunca alcatrão, outros necessitam que lhes tapem uns buracos.

A fazenda ocupa uma área de 1600 hectares, sendo 700 destes de floresta, 325 encontram-se em reflorestação e os restantes são de pastagem para as mais de 300 vacas de leite e dezenas de cavalos. Confronta com o Parque Nacional Rincón de la Vieja , ao qual se pode aceder a cavalo, tal como nós fizemos. A égua que me escolheu, quero acreditar que assim foi pela cumplicidade e entendimento que se estabeleceu entre nós, chamava-se Moura e gostava de liderar o grupo. Após a ida até ao parque, onde caminhámos durante 2 horas por vegetação densa, riachos e poças de lama de origem vulcânica, regressámos novamente a cavalo e, com mais confiança, foi possível cavalgar por entre pastos e algumas das vacas.




publicado por mq às 16:51

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