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Sábado, 26 de Agosto de 2006

Diário da Costa Rica – Dia 4 (Lagoa Nove)(8)

Na primeira noite que cá ficámos fomos fustigados com trovoada e chuva forte que batia no telhado de zinco dos quartos e não nos deixava dormir. Esta noite foi um pouco diferente – a chuva surgiu mais pela madrugada e os aguaceiros fortes tropicais espalharam-se pela manhã. O céu azul teve dificuldade em espreitar.

O dia era livre mas o grupo tinha vontade de fazer qualquer coisa. As instalações do lodge são aprazíveis e confortáveis, mas estamos limitados – a leste o mar a meia dúzia de passos, a oeste a lagoa Samay –, só podemos sair daqui de barco, como viemos, ou de canoa com a força dos braços. Depois de várias sugestões, optámos pela ida de 3 horas para sul à lagoa 9, a que se acede por uma apertada passagem.


A chuva continuou a prometer, mas verdadeiramente nunca se sabe se ou quando vai chover e não podemos ficar eternamente à espera que pare. É a época das chuvas. Fomos apanhados por 2 vezes por grossas bátegas mas valeu a pena pela experiência e pela beleza do local. Um verdadeiro paraíso. A vegetação é soberba e abundante debruçada sobre o canal. Os macacos pulam de árvore em árvore, os ruídos dos pássaros não param e avançamos pelas calmas águas escuras como se fossemos os primeiros descobridores das novas índias.


O tempo não está de secar. Como eu bem conheço este ar húmido sem aragens e céu nublado. A roupa molhada da visita à lagoa dificilmente secará antes de seguirmos viagem amanhã.


publicado por mq às 11:26

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