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Sexta-feira, 25 de Agosto de 2006

Diário da Costa Rica – Dia 3 (Barra del Colorado) (6)

A luz começa a entrar-me pela janela que não tem portadas, cerca das 5 horas da manhã. Mais uma volta na cama, acende-se o foco, procura-se o relógio para lá do mosquiteiro. São mesmo 5 horas e poucos minutos. Se for rápida consigo ver o sol nascer no Mar das Caraíbas, 6 horas depois dos Açores.



A casa de banho está sem água, o duche terá mesmo de ficar para mais tarde. Calço umas sandálias, troco a camisa de dormir por um vestido curto e solto, agarro na máquina fotográfica digital (para pesar pouco) e na chave do quarto e avanço pelas dunas. O ponto de luz acima do horizonte por detrás de umas nuvens indicam que o sol já nasceu, ou melhor, já se levantou, mas não o consigo ver porque essa nuvem se interpõe entre mim e ele. As ondas incansáveis sobem na areia e retrocedem para voltarem novamente a fazer o mesmo percurso com umas ligeiras alterações, ora mais à esquerda, ora mais à direita, um pouco mais à frente, um pouco mais atrás, mas a dança é contínua e interminável, do início ao fim dos tempos.

Duas crianças passam junto à borda de água seguidas de 5 cães. Os abutres sobrevoam o areal, uma tartaruga serve-lhes de alimento e um cão faminto tenta interferir no banquete. Troncos de diversos tamanhos, alguns de grande porte, árvores imponentes de outrora, estão prostrados na areia.


publicado por mq às 12:48

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