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Segunda-feira, 3 de Março de 2008

ambiente e consumo

(para aqueles que vêm aqui regularmente, as minhas desculpas, por estar tão afastada do blog, mas o tempo livre tem sido ocupado noutras tarefas. Cada vez mais gostaria de ter sete vidas.)

 

Há dias convidaram-me para uma mesa redonda sobre ambiente e globalização perante uma plateia cheia de educadores - foi a primeira vez, creio, que participei em algo semelhante, como oradora, e não gostei.

Não sei se com a experiência viria a sentir-me melhor, mas como não tenho planeado mais intervenções semelhantes, não faço questão em treinar-me. Agora entendo o pouco à vontade de alguns em debates televisivos e aprecio cada vez mais os que conseguem se

dificuldade expor ideias organizadas e responder de imediato a uma questão inesperada lançada para a mesa.

Nem consigo hoje recordar-me das duas questões que me foram colocadas, mas sei com razoável precisão o que disse, mas não como o disse. Sei também que o que disse não é bem o que penso, ou seja, é só uma parte do que penso sobre o assunto, e não o todo.

 

Perante alguns dos graves problemas da globalização, que pensar sobre a possibilidade de nós, seres comuns, interferirmos e alterarmos essa ameaça? Qual o nosso poder perante as grandes economias mundiais, as empresas multinacionais, os interesses de uma minoria que controla tudo e todos com uma simples subida ou descida dos valores na bolsa?

Este é o lado visível de interesses meramente individuais de uma parte quase insignificante da população mundial, mas que significa o controlo total dos restantes habitantes deste planeta.

Aparentemente, não temos como nos defender e a constatação de que o dinheiro é que manda e faz girar o mundo não contribui de modo algum para o optimismo. Contudo, e este é o lado simpático e romântico da questão, e que, creio, a audiência queria ouvir, muito ou quase tudo depende de nós. Há que acreditar na força e na vontade de mudança das minorias silenciosas e crer que ao pensar global e a agir local estamos a contribuir para a mudança e a combater o lado nefasto da globalização.

Podemos, inclusive, pensar que a mais não somos obrigados, e que se cada um fizer o que está ao seu alcance, e formos muitos ou quase todos a fazê-lo, no global, no todo, então as alterações serão tão substanciais que pacífica e silenciosamente poderemos dizer que alterámos o futuro tomando-o nas nossas mãos.

Aqui entra o importante papel dos educadores junto dos jovens e população em geral no sentido de se alterarem as práticas e mentalidades. E as alterações têm de passar essencialmente pelo consumo responsável. Assim estaremos a cuidar do planeta, de nós e dos que nos seguirão.


publicado por mq às 20:58

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2 comentários:
De Dulce a 11 de Março de 2008 às 17:28
Permite-me dizer-te, apenas, que era só isto que esperava ouvir de ti nesse dia, apesar de saber que era deste modo pensavas… será certamente desconfortável estar do lado «oposto» a uma plateia.
Como sempre, venho menos vezes porque não tem sido tão frequente a publicação, aprecio e esta muito particularmente, o que escreves.

Dulce


De Emanuel a 4 de Março de 2008 às 23:39
Desculpas mais do que aceites.
Até sexta, à hora e local do costume.


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