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Quinta-feira, 26 de Julho de 2007

globalização

Quando estive pela última vez em Almada, tive a oportunidade de constatar o desconforto e desalento com que uma amiga me falava de algumas consequências nefastas da globalização. Nascida naquela zona do país há quase meia década, tem vindo pouco a pouco a assistir à descaracterização da outra banda a todos os níveis, mas essencialmente no que respeita à urbanização, ao comércio, e, consequentemente, à qualidade de vida.

As pequenas mercearias e lojas de comércio tradicional fecham diariamente as portas sem puderem competir com os mega centros comerciais que se instalaram por todo o lado, trazendo emprego, é certo, mas, por serem essencialmente alugados por empresas multinacionais, não trazem, irremediavelmente, lucro para os da região.

Os produtos locais são difíceis de encontrar e, a não ser que o produtor já tenha percebido que só pode competir em qualidade e originalidade, não consegue vender.

Os artigos disponíveis nas grandes superfícies são iguais em todo o lado, e o povo, para além de se vestir de igual, come o mesmo, e decora as casas da mesma forma.

A originalidade perdeu-se, assim como os excelentes produtos da terra, que na melhor das hipótese se encontram no gourmet mais próximo, ou na pior das hipóteses se ficam pelas mercearias de aldeia que ainda restam.


publicado por mq às 10:13

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