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Sexta-feira, 22 de Setembro de 2006

do tempo

flor de outro tempo

pedra negra e fria
do teu ser





publicado por mq às 19:14

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2 comentários:
De António a 28 de Setembro de 2006 às 10:58
"Quando à noite desfolho e trinco as rosas
É como se prendesse entre os meus dentes
Todo o luar das noites transparentes,
Todo o fulgor das tardes luminosas,
O vento bailador das Primaveras,
A doçura amarga dos poentes,
E a exaltação de todas as esperas.

Quando à noite desfolho e trinco as rosas
És tu a Primavera que eu esperava
a vida multiplicada e brilhante
em que é pleno e perfeito cada instante

Quando à noite desfolho e trinco as rosas
És tu a primavera que eu esperava..."

Sophia de Mello Breyner Andresen

Permite-me este eco ao teu poema porque ainda hoje me pergunto: como foi/é possível florir assim?

António




De RPM a 25 de Setembro de 2006 às 21:10
linda esta imagem....

um beijo de amizade

RPM


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